Brazil Jewelry Week 2021

Gabriel Hyra Jardim de Paula

Brasil

Bússola Vital

Colar

Colar feito em plástico. 


[preço sob consulta]

Duas Costelas de Espírito

Brinco

Brincos em latão e plástico. 


[preço sob consulta]

Toda Identidade é uma Ficção

Conjunto de anéis

Anéis feitos em plástico e réplica de silicone das identidades da artista alteradas.


[preço sob consulta]

Ruptura

Brinco

Brinco feito em latão por processo de cera perdida. 


[preço sob consulta]

Centelha

Anel

Anel feito em latão por processo de cera perdida.


[preço sob consulta]

Gabriel Hyra Jardim de Paula

Brasil

Bússola vital é uma série de 5 experimentos em arte vestível e joalheria contemporânea, com plástico, silicone e latão,  cujos resultados estéticos advém do meu corpo, em suma indefinível, mas bixa, brasileira e não binária em intimidade com a matéria. Na experiência de multiplicidade dos modos de ser e estar no mundo, em atrito com a gramática colonial brasileira e seu projeto de sufocamento dessas possibilidades. Aqui, a arte é entendida ao mesmo tempo como esporte de combate na disputa da autonomia das narrativas latinoamericanas, e como possibilidade de trocas vitais com quem vibra num projeto de liberação das forças singulares da América Latina. Essa luta é um projeto de futuro radicalmente diverso, sustentável e coletivo, contra a distopia de futuro capitalista neoliberal. O embate diante de nós é um embate de formas de vida. No interior das formas de vida está a bússola vital, que é a ética da sustentabilidade da vida com as relações de desejo, trabalho e linguagem. Essas forças têm capacidades iguais de desestabilização e criação de multiplicidades éticas, políticas e estéticas. Identidade aqui não existe de maneira estável. Intensificar as crises da autodefinição é liberar nossas possibilidades de viver.  A joalheria, nesse sentido, é uma forma de expansão do corpo, que cria novas conexões e colocam em velocidade esse corpo múltiplo na rota de colisão com tudo que deve ser destruído. Não pretendo explicar a visualidade ou materialidade das joias pois acredito que essas duas coisas são um texto a parte que não precisa de literatura.  Elas se traduzem de maneiras singulares na vista de quem está vendo. Pretendo ser cacofônico e colapsar as traduções de entendimento, para nos comunicarmos pelo que vibra e não pelo que fala. 
 

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